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CONHECIMENTO
Eis como se desperta a herança do Criador, conhece- lo é importante, tanto para Ele, quanto para nós. A Ele interessa que o amemos e o respeitamos após conhece- lo, pois quem conhece solidifica seu amor.
Estes são seus desígnios sagrados. Só vivenciamos a Fé pura que não precisa de explicações profundas, quando nosso espírito esta sendo reajustado ou conduzido à senda da Luz Eterna.
Quando isso é obtido, em beneficio do espírito começa a peregrinação rumo ao conhecimento. Quando adquirimos o conhecimento a respeito dos muitos que Olorum, o Criador, utiliza para se comunicar conosco, passamos à busca da Sabedoria.
SABEDORIA
A Sabedoria nos revela os mistérios ocultos e sagrados. São muitos os mistérios, e a partir daí iremos descobrir qual é o nosso ancestral místico, ou elemento com qual o espírito foi alimentado.
O espírito é emanação pura do Criador e somente no decorrer de muitas reencarnações é que ela vai absorver os seus fatores opostos, ou as qualidades, que predominam nos outros elementos.
Quando nos tornamos sábios, procuramos nos guiar pela razão ou raciocínio.
Razão
A Razão é quem nos ensina como usar o que a sabedoria nos revelou: seus mistérios, sua força ativa e sua razão de ser.
Passamos então por um novo estágio. Às vezes somos levados à vida religiosa, outras vezes nos dedicamos a ensinar nossos semelhantes na condição de professores, ou somos juizes, ou simples conselheiros, etc.
O modo escolhido não importa. O importante é que estamos usando o saber acumulado em nosso inconsciente com o auxilio da Razão, e não da emoção pura, o que proporciona o Equilíbrio ou Lei.
EQUILIBRIO
A escolha raciona nos leva ao equilíbrio da alma, através do conhecimento da Lei que nos rege. Esta Lei é não é cega e nem falível porque, se ensinarmos errado seremos colhidos por elas, que exige muito de quem conhece os mistérios da Razão.
Este Equilíbrio nos diz o que é certo e o que é errado na vida. Se trilharmos no equilíbrio da Lei, iremos adquirir uma fé indestrutível no que fazemos e no que falamos: tudo o que fizermos ou falarmos terá um sentido. Nada será feito ou dito em vão. Tudo terá sua razão de ser, porque é assim que é. E não adiantará que digam que é de outra forma.
É isto que faz com que aqueles que já adquiriram o seu equilíbrio e se tornaram conhecedores da Lei, sacrifiquem- se em beneficio dos semelhantes sem nada esperar em troca.
Tudo se resume em servir à sua família, ao seu circulo familiar, à sua comunidade, tanto civil quanto religiosa e servir a Deus.
VIDA
E quando alguém se torna um “equilibrador”de seus semelhantes é porque descobriu o sentido da Vida. Voltando ao exemplo do corpo humano, sabemos que, para estarmos bem, todos devem estar saudáveis e equilibrados à nossa volta. Não somos órgãos isolados do corpo de Olorum, o Criador.
Passamos, então, não a nos preocupar mais com o bem estar do nosso semelhante do que com nós mesmos. Dedicamos um tempo de nossa vida a ajudar na solução dos problemas alheios, e muitas vezes nos esquecemos de nossos próprios problemas.
Descobrimos, assim, o sentido da Vida, e o porque de termos tudo o que precisamos à nossa disposição. Pedimos, então, que retirem da natureza o necessário, sem destruí- la, pois aquilo que não serve para uns pode servir a outros, e assim sucessivamente.
Dessa forma estamos nos integrando por inteiro ao nosso ancestral místico. Não nos incomodados mais com as outras religiões. Nem cor, nem raça nos incomodam mais. Sabemos que tudo é parte do mesmo corpo divino de Olorum, o Criador de Tudo e de Todos.
Olhamos com olhos que buscam nas coisas simples a essência do Criador. Sabemos que uma pedra é tão importante quanto uma montanha; que um copo de água é tão importante quanto um lago. Sabemos também que uma é tão importante quanto o sol, e que o pedaço de solo de onde tiramos o nosso alimento, ou sobre ele moramos, é tão importante quanto o resto do planeta.
Como se dá isso? Simples:
Umas pedras juntadas ao acaso servem para construir um muro, ou uma casa, ou uma represa.
Enfim nos traz em algum tipo de proteção, assim como as montanhas servem para proteger o planeta, contento as águas, barrando a força dos ventos, equilibrando- os em si mesmos.
Este não é o momento de explicarmos os mistérios maiores da Natureza, e sim de dizer que tudo é importante. Tudo é obra de Olorum, o Criador.
Assim como um copo de água sacia nossa sede, um lago é fonte de vida na Natureza, e tem sua função regulada pelas necessidades dos seres que dele vivem; uma chama do fogão cozinha os alimentos, enquanto o calor do sol transforma a Natureza em vida através de seus ciclos eternos e imutáveis consubstanciados nas estações climáticas.
Sabemos que tudo é vida, que a própria morte é um ato de vida. Sabemos que, em verdade, nada muda com a morte, que apenas muda a vibração e, por sabermos de tudo isso que o conhecimento despertou, adquirimos uma fé indestrutivel no Criador Olorum.
Fé
Sabemos que é Ele, de fato, o inicio e o fim de tudo. Que por Ele fomos gerados e a Ele retornaremos, não mais na forma de uma pequena centelha, mas sim como grandes seres iluminados.
Acreditamos nesses princípios, e nossa fé é indestrutível. Nada consegue demove- la. Tudo é! Isto é Fé!
É ela que nos faz perceber a grandeza do Criador Olorum. O Principio de tudo e de Todos. E esta fé que nos faz transbordar em amor.
AMOR
Amamos a nós mesmos como obra sagrada do Deus Criador Olorum. Amamos a vida dos nossos semelhantes como à nossa própria vida. Amamos a Natureza que nos sustenta vivos e que, após a morte da carne, através de seus pontos de forças, cria condições para a continuidade da existência do espírito.
Então em nós não há lugar para a revolta, o ódio, a inveja ou a paixão. Temos somente Amor. E muito Amor recebemos de Olorum, o Principio Criador.
Notem que em qualquer ordem que colocamos um dos sete princípios ele será ativador dos outros seis seis que trazemos como herança do nosso Criador Olorum. Ao nos aproximarmos de um deles, e se absorvermos a todos os outros.
Isto tudo é Olorum, o Criador.
Tudo N’Ele age integrado. Nada é por acaso, tudo tem um sentido.
Se aprendermos com o auxílio dos sete sentidos, que Olorum nos dotou como nossa herança ancestral, estaremos de fato integrados ao seu Corpo Divino.
Não seremos folhas altas ao vento, nem água parada, insalubre. Todos podem saciar sua sede de conhecimento de Olorum, o Criador.
Não seremos simples átomos, distantes do seu elemento gerador, mas sim, seremos parte do Todo Divino.
Não seremos uma luz perdida nas trevas, mas sim luzes emanadas do Criador, algumas vezes colocadas nas trevas para servirmos como faróis em alto mar a guiar aqueles que estão em longa jornada e que precisam de um sinaleiro que lhes diga onde estão as rotas perigosas, e qual o melhor caminho a seguir para que levem a bom termo sua viagem evolutiva.
Por que isso? Porque sabemos, e acreditamos com muita fé, que um dia partimos do Criador Olorum com uma finalidade: engrandecer a Sua Criação.
Sabemos que podemos encontra- lo em todos os lugares ao mesmo tempo, falando diferentes línguas a diferentes filhos Seis e a todos Ensinando.
Muitas vezes, Ele não é compreendido. Mas não se incomoda com isso, porque sabe que se não foi compreendido numa determinada língua, em outra língua, ou em outro tempo será. Tudo é uma queatão de tempo!
Olorum não tem pressa. Ele é “O Perfeito”, e nos tem como parte integrante desta obra perfeita, que é o Universo.
Você tem alguma dúvida quanto a isso? Pois então só o tempo lhe responderá de forma mais sábia “Quem”e “O Que”e Olorum, o principio Criador. Muito mais poderíamos falar a respeito de Olorum, mas quem ainda não consegui entender o seu principio, não está preparado para conhecer mais a seu respeito.
E quem entendeu o que foi dito aqui porque já possui um ou mais fatores que compõem sua herança ancestral. E, no seu devido tempo terá todas as respostas a respeito de Olorum, o Criador de Tudo e de Todos.

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Comentários
Que bom seria se todos se colocassem a disposição para sentir e seguir os sete sentidos da vida.